quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Atormentado

Sombras de meu passado agora me acordam
Atormentam as luzes de minha alma
Meus pensamentos reviram minha mente
E uma busca incessante por nova luz,
Expressa o desejo de calmaria em meu coração.

São atos perdidos que buscam sentido
De pensamentos perdidos, nunca esquecidos
Jogados ao tempo de vidas contidas
Buscando a cura de seus sentimentos.
A sorte varia em ambas partes.

Quero apenas, de volta, a calmaria,
Meu peito arde e desconfia
O tempo foi longo mas nada curou,
Nem novas memórias à alma alegrou
Não sei o que faço, que busco ou que caço.

Não posso parar, a vida matar
Não posso perder, a mente inverter
Não posso calar, a alma penar
Seguir na esperança é a confiança
De um novo tempo das cinzas surgir.

Gustavo J. Goedert - 23/02/10

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